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Tardes de Quinta
Artista: Carlos Eduardo Barboza

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Exposição

O Salão da Fotografia CONSIGO surgiu com a intenção de fomentar a fotografia como arte, desde a imagem documental à expressão abstrata, sua apreciação e discussão pelos amantes da fotografia, frequentadores da tradicional rua Conselheiro Crispiniano.
São 120m de área na CONSIGO destinados, desde o ano 2000, à exposição dos trabalhos de profissionais e amadores de diversas vertentes da fotografia.
Seja bem vindo e critique sempre!

Tardes de Quinta


Fotografias de CARLOS EDUARDO BARBOZA
Curadoria de Victor Andrade

“O que importa não é o que você está olhando, mas o que você vê”.

Henry David Thoreau

Para Carlos Eduardo, nada mais apropriado, pois suas fotos são fruto de uma meticulosa observação e de um precioso enquadramento, que nos brinda com visões bem pessoais.

Arrisco a dizer que ele tem a coragem de se aventurar e desbravar seu olhar próprio, ainda que, como ele sempre destaca, se inspire e se espelhe em grandes fotógrafos. Fotografar natureza normalmente implica em deslocamentos para fora dos grandes centros urbanos e adentrar na mata. Mas a maior parte de seu tempo é destinado à profissão de médico, então, por sugestão de um amigo e colega de trabalho, ele arranjou uma alternativa: o Horto Florestal, na zona norte da cidade e bem perto do hospital onde trabalham. Munido de uma pequena Canon, Carlos passou várias de suas tardes de quinta-feira passeando, fotografando e perambulando pelo parque à procura de cenas da natureza; tendo sempre em mente que o propósito da fotografia criativa é fazer uma interpretação visual de uma experiência e não apenas gravar uma imagem, como diz o fotógrafo Monte Nagler. Assim o veremos neste trabalho, não como um parque urbano, mas como uma área de paisagem natural.

“Minha trajetória fotográfica está fortemente ligada às raízes da fotografia de paisagem. Neste trabalho, busco reinterpretar o Horto Florestal sob a ótica da fotografia de paisagem tradicional, inspirado em temas, técnicas e obra de artistas consagrados como William Neill, Eliot Porter e Nobuyuki Kobayashi”, diz Carlos.

E não foi difícil, afinal seu olhar treinado enxerga aquelas coisas que a maioria não vê. E o resultado está aqui: fotos captadas deste olhar poético do artista, imagens de uma terra aparentemente sem gente, de uma certa solidão, do silêncio do entardecer que só pode ser percebido pelos sentidos atentos e aguçados. Para vê-las é indispensável se apoderar do olhar apaixonado deste fotógrafo.

Victor Andrade


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